Adorei essa matéria que o Fashionista fez, mostrando como as celebridades pedem alterações em peças vistas nas passarelas para que elas usem em tapetes vermelhos. Nem todo mundo tem o combo coragem + know how + estilo pra conseguir colocar um look de passarela da cabeça aos pés, nem mesmo celebridades. Dá pra ver que com uma pequena mudança ali, outra aqui, as coisas ficam bem mais "usáveis" e tranquilas para até as mais convencionais.
Mas, olhando bem para as passarelas e para os modelos alterados para as celebridades (e descontando o fato que a maioria das modelos pode ser levada por uma brisa), muitos acabaram perdendo um pouco da sua graça, da sua diferença. Infelizmente a linha entre transformar um vestido de passarela em algo usável é muito tênue, e as mudanças podem acabar por transformar o vestido que era algo "uau" em algo comum, até mesmo feinho.
Eu sou exigente e um pouco mais ousada que a média nas minhas escolhas, então sei que alguns agradarão a vocês mas não a mim. Vejam abaixo:
Pra mim, as imagens mostram três grupos distintos: os que ficaram melhores que as passarelas, os que deram na mesma e os que ficaram piores. Dentre as que conseguiram melhorar os vestidos eu coloco o segundo vestido de Anne Hathaway (o azul cria um efeito beeem mais bonito que o vermelho), Diane Kruger (o efeito em florezinhas ficou bem melhor que aqueles borrões de tinta no original), Anna Wintour (o vestido ficou muito mais harmonioso, impressionante!) e Hailee Steinfeld (aposto que Miuccia queria ter criado esse pra passarela!).
Já os que não fizeram diferença para mim foram os vestidos de Sandra Bullock, Blake Lively (pra mim esse vestido é horrendo por natureza, um pouco mais de glitter pra "cobrir" Lively não altera sua natureza "Globeleza saindo da cama pra atender a porta correndo"), Liv Tyler, Marion Cottilliard, Nicole Kidman, Tilda Swinton e o primeiro vestido de Anne Hathaway.
E os vestidos que ficaram piorados que a versão das passarelas são os de Amanda Seyfried (as alças não seguram nada e, em contrapartida cortam bruscamente a silhueta), Cameron Diaz (ela poderia muito bem ter usado o vestido direto da passarela, assim parece que faltou algo), Carey Mulligan (esse vestido ficou super sem graça comparado com o original), Freida Pinto (esse vestido é difícil de ficar legal, a pessoa tem que ter atitude, coisa que Freida infelizmente não tem, e a gravata mais fina só acentuou essa inadequação), Kirsten Dunst (o sapato ficou pesado e Kirsten, que adora um modelo na canela, resolveu alongar esse e tirou sua graça), Lea Michele (que só sabe piriguetar qualquer roupa que veste e mete uma fenda enorme), Rose Byrne (acho que com um underdress cor da pele ficaria mais leve e mais bonita a contraposição com a renda) e Uma Thurman (acho que cobrir as fendas no corpete até ficou legal, mas essa fenda na frente não curti).
Emma Stone eu não coloquei em nenhuma categoria porque, bem, é outro vestido né! Só o tecido é o mesmo - então não tem nem o que julgar!
Não sei se vocês concordam comigo mas isso já é um mini-exercício pra vocês irem olhando o que combina, o que não combina, o que pode ser melhorado e o que não precisa ser mexido no que concerne aquelas regrinhas sobre tipos de corpo, etc! Lembram-se da pesquisa? Então. Já já começarei a falar a respeito disso...
Quem discordar absurdamente de mim (ou concordar completamente!), é só gritar nos comentários. Estou à disposição pra tirar dúvidas, inclusive!
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Tuesday, May 31, 2011
tapete vermelho x passarelas: como as celebridades vestem criações de desfiles!
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Wednesday, May 4, 2011
Met Gala e a mesmice no tapete vermelho
Taí uma coisa que muito pouca gente entende: o baile de gala do Costume Institute do museu Metropolitan, em NYC. Na verdade, taí uma coisa que muito pouca gente acompanhava - até uns 3-4 anos atrás, quando a coisa resolveu estourar, ficou cheia de celebridades dando pinta e de repente, virou um evento de red carpet. Fato que já há um tempo o círculo da moda acompanhava o Met Gala (como é conhecido), e sim algumas celebridades eram convidadas e apareciam por lá. E que também fotógrafos e repórteres cobriam o evento. Mas nunca foi assim um "tapetão vermelho" Oscar-style. E agora o é; está em todos os sites, blogs, sejam eles de moda ou não. Virou um evento.
O interessante é que o Met Gala não tem força para ser um tapete vermelho no estilo do Oscar. Não porque não seja importante - muito pelo contrário! - mas porque a essência do Met Gala é outra. O Costume Institute é uma seção do Metropolitan que gerencia a curadoria de exposições de moda no museu. Todo ano eles fazem essa festa de gala para lançar uma nova exposição e para angariar fundos para esta seção do museu - seja para adquirir novas peças, trazer novas exposições, manter a instituição. E o especial desse baile de gala é que ele é TEMÁTICO. Ou seja, todo ano existe um tema, normalmente vinculado à exposição.
E o que se entende como tema? Pois bem... para mim, entenderia como se fosse festa à fantasia. Normalmente o que os convidados faziam era tentar se relacionar com o tema através de suas roupas - opção meio óbvia já que é um evento de moda! Então era uma "festa à fantasia super fashion", por assim dizer.
E aí que esse ano o tema era Alexander McQueen. Pouco mais de um ano depois da morte do designer, o Costume Institute resolveu montar uma exibição com peças de um designer celebrado porém muito pouco compreendido. Os desfiles de McQueen são complicados, intricados, com uma nuance dark e influências que não são de fácil absorção. Eu mesma me incluo na lista dos possíveis bilhões de pessoas que não compreeendem perfeitamente o que significa um desfile ou uma peça de McQueen. É realmente difícil entender porque grande parte de suas influências são históricas, misturadas com coisas imaginárias e muita contraposição entre bem e mal, céu e inferno, sombrio e luz.
McQueen tinha um amor inigualável ao romantismo dark da era vitoriana, às pinturas flamencas (da Holanda, não as dançarinas espanholas!), ao gótico e à natureza. E a sua técnica foi estabelecida na Saville Row - a rua de Londres mais conhecida pelos seus inúmeros ateliers de alfaiates - e a estrutura de suas roupas sempre foi muito celebrada. Misturar todos esses elementos não é fácil, e normalmente por isso suas coleções sempre pareciam agressivas aos olhos. Mas, se separadas em pequenas partes, é uma ode linda ao que um criador pode elaborar, com mil e uma técnicas diferentes e um resultado mais que belo.
Tenho que dizer que fui visitar amigos uma vez em Londres e me deparei com a mais recente coleção de McQueen (naquela época, verão de 2008) exposta nas vitrines da Selfridges. Eu já ensaiava meus passos na mudança de economista para alguém que trabalha com moda e aquele momento foi como uma catarse pra mim. Eu fiquei fácil uns 25 minutos parada, estática no meio de uma Oxford Street borbulhante, com gente me empurrando e passando rapidamente, só admirando aquelas peças. Pra mim, até hoje, é uma das minhas coleções favoritas (ever mesmo, de todos os designers e de todos os tempos!) e me fez chorar no meio de uma rua. Eu nunca vi algo tão perfeito e tão lindo - obviamente é uma das coleções de McQueen menos agressivas e com menos influência dark (tenho que dizer aqui que não curto muito coisas dark...) - mas foi algo que mexeu profundamente comigo.
E eu acho que a intenção de McQueen sempre foi de ser esse tipo de pessoa - aquele que provoca emoções, mesmo que sejam as de repulsa, e não amor. E talvez por isso ele seja esse enfant terrible, essa pessoa incompreendida.
Falo isso tudo porque o tapete vermelho do Met Gala, pra mim, demonstrou exatamente isso: a completa incompreensão do trabalho de McQueen. Em um evento onde as pessoas deveriam se inspirar por seu trabalho, todos optaram por renda e minimalismo. As mesmas tendências que vemos por aí, em qualquer lugar. Estão de acordo com o presente momento na moda? Claro. Estão bonitas? Sem dúvida. Mas pra mim o baile serve como uma válvula de escape fashion, um momento em que as pessoas tem para soltarem a sua Bjork interna e serem completamente selvagens em suas escolhas.
Por isso mesmo não dá para o tapete vermelho do Met Gala ser visto sob a mesma ótica que um Oscar. Ele dá a todos que vão ao baile uma chance de ser modelo, ele é uma passarela. Por mais extravagante ou doida que sua roupa possa ser, ali é o momento de mostrá-la ao mundo.
Só que eu nunca fui daquelas pessoas que, quando convidada para uma festa à fantasia, escolhia a versão piriguete de Mulher-Gato ou qualquer coisa semelhante. Ou coisinhas bonitinhas, tipo princesinha ou anjinho. Eu sempre fui a louca da panela, que curtia em fazer as fantasias mais mirabolantes e saía de Smurf, toda pintada de azul (e claro, sem poder encostar e/ou beijar ninguém) ou Cruela Cruel. Até de Mônica, com cabelo curto cheio de gel pra ter "bananas" na cabeça ao invés de cabelo eu já fiz.
Então, pra mim, o Met Ball é a versão adulta e fashion desses meus momentos. E me entristece ver muita gente elegendo Calvin Klein Collection, Michael Kors ou Stella McCartney como sua interpretação do que é a essência de McQueen (eu colocaria como polos opostos e que se repelem, que nem ímã!) e, além de tudo, sendo eleita como "as melhores vestidas" para o evento. Sei lá... é realmente endossar que a moda, como conceito, não é nada - e o que vale mesmo é o marketing que essas companhias despejam em nós. Aquele esqueminha "temdemsia", sabe?
Isso foi só um desabafo - não quero que ninguém se sinta ofendido pelo meu texto. Cada um tem o direito à sua opinião e de gostar do que quiser. E eu não gostei de ver a imagem tão contundente e impactante de McQueen ser massacrada pelo minimalismo, por um "brilhinho" e por uma "rendinha" - tudo em prol do "aparecer bonita na foto e não ser gongada pelos sites e blogs"... Sentindo falta da Bjork no Oscar, viu?
P.S.: Quem quiser se aprofundar mais sobre a exposição de McQueen no Costume Institute, é só dar uma olhada nos vídeos que o Metropolitan fez sobre algumas de suas coleções. É em inglês mas vale a pena só pelas imagens (se você não dominar a língua!). Além disso tem imagens, explicação sobre o evento e até um app pra Ipad que a Vogue fez especialmente pra exibição!
P.S.2: Coloco abaixo um vídeo que a Vogue US fez dentro do Met Gala. Super legal, mostra muitas roupas em movimento (coisa que faz uma diferença absurda na hora de "gongar" ou elogiar alguém) e pelo menos mudou minha opinião sobre as escolhas de diversas convidadas (Karolina Kurkova e Mary J. Blige me surpreendendo positivamente no "ao vivo")!
Então? Provoquei repulsa ou amor com meu texto? :)
O interessante é que o Met Gala não tem força para ser um tapete vermelho no estilo do Oscar. Não porque não seja importante - muito pelo contrário! - mas porque a essência do Met Gala é outra. O Costume Institute é uma seção do Metropolitan que gerencia a curadoria de exposições de moda no museu. Todo ano eles fazem essa festa de gala para lançar uma nova exposição e para angariar fundos para esta seção do museu - seja para adquirir novas peças, trazer novas exposições, manter a instituição. E o especial desse baile de gala é que ele é TEMÁTICO. Ou seja, todo ano existe um tema, normalmente vinculado à exposição.
E o que se entende como tema? Pois bem... para mim, entenderia como se fosse festa à fantasia. Normalmente o que os convidados faziam era tentar se relacionar com o tema através de suas roupas - opção meio óbvia já que é um evento de moda! Então era uma "festa à fantasia super fashion", por assim dizer.
a entrada do Metropolitan preparada com o tapete vermelho para receber os convidados do Costume Institute Gala Ball
E aí que esse ano o tema era Alexander McQueen. Pouco mais de um ano depois da morte do designer, o Costume Institute resolveu montar uma exibição com peças de um designer celebrado porém muito pouco compreendido. Os desfiles de McQueen são complicados, intricados, com uma nuance dark e influências que não são de fácil absorção. Eu mesma me incluo na lista dos possíveis bilhões de pessoas que não compreeendem perfeitamente o que significa um desfile ou uma peça de McQueen. É realmente difícil entender porque grande parte de suas influências são históricas, misturadas com coisas imaginárias e muita contraposição entre bem e mal, céu e inferno, sombrio e luz.
a teatricalidade, o sombrio e a beleza das peças de passarela de McQueen
McQueen tinha um amor inigualável ao romantismo dark da era vitoriana, às pinturas flamencas (da Holanda, não as dançarinas espanholas!), ao gótico e à natureza. E a sua técnica foi estabelecida na Saville Row - a rua de Londres mais conhecida pelos seus inúmeros ateliers de alfaiates - e a estrutura de suas roupas sempre foi muito celebrada. Misturar todos esses elementos não é fácil, e normalmente por isso suas coleções sempre pareciam agressivas aos olhos. Mas, se separadas em pequenas partes, é uma ode linda ao que um criador pode elaborar, com mil e uma técnicas diferentes e um resultado mais que belo.
vídeo feito pelo Metropolitan Museum sobre a coleção -
o curador da exibição passeia pelas salas e explica toda a concepção dos ambientes
Tenho que dizer que fui visitar amigos uma vez em Londres e me deparei com a mais recente coleção de McQueen (naquela época, verão de 2008) exposta nas vitrines da Selfridges. Eu já ensaiava meus passos na mudança de economista para alguém que trabalha com moda e aquele momento foi como uma catarse pra mim. Eu fiquei fácil uns 25 minutos parada, estática no meio de uma Oxford Street borbulhante, com gente me empurrando e passando rapidamente, só admirando aquelas peças. Pra mim, até hoje, é uma das minhas coleções favoritas (ever mesmo, de todos os designers e de todos os tempos!) e me fez chorar no meio de uma rua. Eu nunca vi algo tão perfeito e tão lindo - obviamente é uma das coleções de McQueen menos agressivas e com menos influência dark (tenho que dizer aqui que não curto muito coisas dark...) - mas foi algo que mexeu profundamente comigo.
a coleção de outono/inverno 2008, que eu tive o prazer de ver nas vitrines da Selfridges
E eu acho que a intenção de McQueen sempre foi de ser esse tipo de pessoa - aquele que provoca emoções, mesmo que sejam as de repulsa, e não amor. E talvez por isso ele seja esse enfant terrible, essa pessoa incompreendida.
Falo isso tudo porque o tapete vermelho do Met Gala, pra mim, demonstrou exatamente isso: a completa incompreensão do trabalho de McQueen. Em um evento onde as pessoas deveriam se inspirar por seu trabalho, todos optaram por renda e minimalismo. As mesmas tendências que vemos por aí, em qualquer lugar. Estão de acordo com o presente momento na moda? Claro. Estão bonitas? Sem dúvida. Mas pra mim o baile serve como uma válvula de escape fashion, um momento em que as pessoas tem para soltarem a sua Bjork interna e serem completamente selvagens em suas escolhas.
Por isso mesmo não dá para o tapete vermelho do Met Gala ser visto sob a mesma ótica que um Oscar. Ele dá a todos que vão ao baile uma chance de ser modelo, ele é uma passarela. Por mais extravagante ou doida que sua roupa possa ser, ali é o momento de mostrá-la ao mundo.
quem quiser ver em detalhes, é só clicar nas imagens que elas aumentam!
Só que eu nunca fui daquelas pessoas que, quando convidada para uma festa à fantasia, escolhia a versão piriguete de Mulher-Gato ou qualquer coisa semelhante. Ou coisinhas bonitinhas, tipo princesinha ou anjinho. Eu sempre fui a louca da panela, que curtia em fazer as fantasias mais mirabolantes e saía de Smurf, toda pintada de azul (e claro, sem poder encostar e/ou beijar ninguém) ou Cruela Cruel. Até de Mônica, com cabelo curto cheio de gel pra ter "bananas" na cabeça ao invés de cabelo eu já fiz.
Então, pra mim, o Met Ball é a versão adulta e fashion desses meus momentos. E me entristece ver muita gente elegendo Calvin Klein Collection, Michael Kors ou Stella McCartney como sua interpretação do que é a essência de McQueen (eu colocaria como polos opostos e que se repelem, que nem ímã!) e, além de tudo, sendo eleita como "as melhores vestidas" para o evento. Sei lá... é realmente endossar que a moda, como conceito, não é nada - e o que vale mesmo é o marketing que essas companhias despejam em nós. Aquele esqueminha "temdemsia", sabe?
Isso foi só um desabafo - não quero que ninguém se sinta ofendido pelo meu texto. Cada um tem o direito à sua opinião e de gostar do que quiser. E eu não gostei de ver a imagem tão contundente e impactante de McQueen ser massacrada pelo minimalismo, por um "brilhinho" e por uma "rendinha" - tudo em prol do "aparecer bonita na foto e não ser gongada pelos sites e blogs"... Sentindo falta da Bjork no Oscar, viu?
P.S.: Quem quiser se aprofundar mais sobre a exposição de McQueen no Costume Institute, é só dar uma olhada nos vídeos que o Metropolitan fez sobre algumas de suas coleções. É em inglês mas vale a pena só pelas imagens (se você não dominar a língua!). Além disso tem imagens, explicação sobre o evento e até um app pra Ipad que a Vogue fez especialmente pra exibição!
P.S.2: Coloco abaixo um vídeo que a Vogue US fez dentro do Met Gala. Super legal, mostra muitas roupas em movimento (coisa que faz uma diferença absurda na hora de "gongar" ou elogiar alguém) e pelo menos mudou minha opinião sobre as escolhas de diversas convidadas (Karolina Kurkova e Mary J. Blige me surpreendendo positivamente no "ao vivo")!
P.S.3: O Fashionista fez as contas e colocou números interessantes sobre o tapete vermelho do Met Gala. O resultado mais impressionante? Mais vestidos Stella McCartney (que era co-host do evento) que McQueen. Vai entender...
P.S.4: Daphne Guinness - musa de McQueen e uma de suas admiradoras mais fervorosas - se vestiu para o evento em uma vitrine da Barney's! O Huffington Post fez uma ótima edição do momento, entrevistando pessoas que estavam ali só para ver a performance da herdeira das cervejas Guinness e uma das maiores colecionadoras de couture da nossa época.
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Spain
Monday, February 28, 2011
Oscar 2011: os vestidos de Anne Hathaway!
Como havia prometido, mais um post sobre o Oscar de ontem à noite! Rapidinho, só para mostrar os vestidos usados no palco do Kodak Theater!
Bom, todo mundo já sabia que Anne Hathaway ia trocar de vestidos algumas inúmeras vezes né... Porque é assim mesmo, é o que acontece com apresentadoras de eventos desse porte. E vazando a informação de que Anne havia contratado Rachel Zoe para ser sua stylist para o evento - por uma quantia inimaginável, absurda e imensa, dizem as fontes! - era de se esperar que o resultado fosse ótimo.
Bom... mais ou menos, né? Não duvidando da capacidade de Zoe, mas da última vez que ela teve um spotlight grande ela transformou todas as meninas que vestia em mini-Zoes... Fiquei com medo de Anne Hathaway aparecer só de vestido hipie-chic e com cabelos semi-ondulados! Mas nada, Rachel Zoe foi mais que profissional e os looks ficaram a cara de Anne - e absolutamente lindíssimos! Vejam só:
E não foi só Anne quem trocou de vestido não... Diversas celebs que pintaram no tapete vermelho iam cantar as músicas-tema dos filmes escolhidos para ganhar o prêmio de melhor trilha sonora. Com isso, Florence Welch, Céline Dion, Mandy Moore e Gwyneth Paltrow apareceram com vestidos diferentes da entrada no Kodak Theater.
Eu acho que as únicas que se deram bem foram a Florence e a Gwyneth - e Gwynny, mesmo assim, passando raspando! Achei o vestido de Mandy Moore meio carnavalesco demais (mas né? tamos na época...) e o de Céline mais BLAH ainda que o anterior. Sono completo.
Conclusões: valeu a investida de Anne Hathaway em Rachel Zoe? As cantoras, deveriam ter ficado com seus vestidos do tapete vermelho? Quero saber todas as opiniões!
Bom, todo mundo já sabia que Anne Hathaway ia trocar de vestidos algumas inúmeras vezes né... Porque é assim mesmo, é o que acontece com apresentadoras de eventos desse porte. E vazando a informação de que Anne havia contratado Rachel Zoe para ser sua stylist para o evento - por uma quantia inimaginável, absurda e imensa, dizem as fontes! - era de se esperar que o resultado fosse ótimo.
Bom... mais ou menos, né? Não duvidando da capacidade de Zoe, mas da última vez que ela teve um spotlight grande ela transformou todas as meninas que vestia em mini-Zoes... Fiquei com medo de Anne Hathaway aparecer só de vestido hipie-chic e com cabelos semi-ondulados! Mas nada, Rachel Zoe foi mais que profissional e os looks ficaram a cara de Anne - e absolutamente lindíssimos! Vejam só:
o meu preferido: Givenchy Couture
Anne galhofando de Lanvin - e vocês acham que o terno foi um style statement?
que nada! Foi é mais uma galhofa com o James Franco!
Anne com um dos vestidos mais requeridos do momento: Tom Ford
arrasando em Atelier Versace
suuuuuper elegante em Vivienne Westwood -
que está me surpreendendo com seus vestidos "comportados"!
o lindíssimo e futurista Giorgio Armani (gostei mais que na passarela!)
Anne felicíssima com seu flapper Oscar de la Renta
E não foi só Anne quem trocou de vestido não... Diversas celebs que pintaram no tapete vermelho iam cantar as músicas-tema dos filmes escolhidos para ganhar o prêmio de melhor trilha sonora. Com isso, Florence Welch, Céline Dion, Mandy Moore e Gwyneth Paltrow apareceram com vestidos diferentes da entrada no Kodak Theater.
Florence Welch, Céline Dion, Mandy Moore e Gwyneth Paltrow
- todas trabalhando o "costume change"
Eu acho que as únicas que se deram bem foram a Florence e a Gwyneth - e Gwynny, mesmo assim, passando raspando! Achei o vestido de Mandy Moore meio carnavalesco demais (mas né? tamos na época...) e o de Céline mais BLAH ainda que o anterior. Sono completo.
Conclusões: valeu a investida de Anne Hathaway em Rachel Zoe? As cantoras, deveriam ter ficado com seus vestidos do tapete vermelho? Quero saber todas as opiniões!
Sunday, February 27, 2011
Oscar 2011: os vestidos!
Gente, o sono tá pegando - aqui já são 5 da manhã! - e eu ainda tenho fashion weeks para cobrir na "vida real". Ou seja, essa cobertura do Oscar vai ter que ser mais corrida! Já falamos sobre o melhor vestido da noite, sobre as tendências dos vestidos, além das maquiagens das celebridades... Falamos até da aparição de um vestido Baywatch de Gala! Agora vamos para uma maratona com todos os vestidos dignos de serem mencionados por aqui! Se preparem para as mil e uma fotos!
Marisa Tomei: Nenhum site sabia de onde essa essa *monstruosidade* que a Marisa Tomei veste. Também né, se eu fosse o designer me esonderia mesmo! O vestido tá completamente alto e disforme no busto (reparem como o corte deveria ser mais embaixo!), está super apertado no quadril e é terrivelmente horrendo em todos os ângulos! Nem o brinco maravilhoso e o cabelo midi salvaram.
Reese Witherspoon, de Armani Privé: Reese chegou para o sr. Armani e falou "quero ir que nem a Julia Roberts quando ela ganhou o Oscar!". Como não dava pra ser *idêntico*, sr. Armani fez um vestido assim pra Reese. Tá lindo mas, né? Já vimos.
Busy Phillips: a acompanhante de Michelle Williams (e amiga desde os tempos de Dawson's Creek!) escolheu um vestido à lá madrinha de casamento pra deixar a noiva brilhar. Preto e com um corte pra lá de estranho...
Penélope Cruz, de L'Wren Scott: Esse é o exemplo clássico de um grande problema que mulheres latinas sofrem, o famoso *go up a size*. O vestido de Pez (como ela é carinhosamente chamada aqui na Espanha) já tem esse brilho bem "your sex is on fire"... e apertado do jeito que estava, ficou mais para tapete vermelho da Atlântica que de Hollywood. Desconto porque ela acabou de ter gêmeos... e mais um motivo para escolher o tamanho maior!
Amy Adams, de L'Wren Scott: uma mostra de como o problema, muitas vezes, não é com o designer, e sim com quem escolhe. Taí Amy Adams, lindíssimaaaaaaaaa, com um vestido também de L'Wren Scott. Amei o colar por cima do vestido, deu um tchans super diferente, adorei o briho, cabelo, maquiagem, tudo! Com certeza uma das top da noite.
Camila Alves, de Kaufman Franco: A brasileiríssima Camila arrasou nesse vestido, um suuuper decotão pra ninguém botar defeito (e mega tendência de inverno 2011-12) e uma saia mais que princesal. Esse é um senhor vestido de festa! Uma das melhores da noite, definitivamente.
Helen Mirren, de Vivienne Westwood: E quem diria que Vivienne pudesse fazer vestidos tão comportados? Amei. Helen Mirren nunca erra. É im-pres-sio-nan-te.
Helena Bonham Carter, de Coleen Atwood: Gente, ela é café-com-leite, então nem vou falar nada... Mas me surpreendeu que foi toda de preto. Achei que ia ser pior.
Jennifer Hudson, de Versace: Hudson não para de emagrecer e tá tirando proveito mostrando seu corpo novo em forma. O vestido é bem anos 80 e eu não curti nem um pouco, mas ela é linda e eu deixo passar.
Mila Kunis, de Elie Saab: outra que estará no top 3 de todo mundo... Seu vestido era impecável e, apesar d'eu não gostar de lavanda como cor - acho uma cor difícil de ser usada com acerto - Mila deu um show. Ganhando de milhões a zero em Portman, a chatinha.
Natalie Portman, de Rodarte: Bom... tá melhor que o saco de batata dos Golden Globes. E ela sempre parece que nunca quer estar nesses eventos, o que me incomoda um pouco.
Rhea Durham, mulher de Mark Whalberg, de Naeem Khan: curti DEMAIS o vestido de Rhea. Impressionante como as acompanhantes estão deixando de lado seus pudores e se jogando nos vestidos de alta costura para ir em concorrência direta com as estrelas da noite. Colocaria Rhea no meu top 5 fácil...
Sandra Bullock, de Vera Wang: tenho que admitir que Sandra está linda e perfeita nessa roupa. Seu vestido estruturado é super bonito, o cabelo e a maquiagem estão favorecendo e o minimalismo tá no meu coração. Só não está entre as mais bem vestidas porque a concorrência foi forte essa noite.
Scarlett Johansson, de Dolce & Gabbana: eu queria TANTO que alguém dissesse pra Scarlett que ela é linda mas não pode usar "qualquer coisa"! Esse vestido tá HORRENDO, na TV parecia transparente (e que dava pra ver sua calcinha) e essa renda por cima de renda num ioiô tá engordando. Curti não.
Bom, minha gente, é isso! Anne Hathaway trocou de vestido inúmeras vezes, cada um mais lindo que o outro; Florence também e Gwyneth idem - ambas para cantar ao vivo. Essas fotos devem estar circulando mais tarde pela internet e, se achar alguma boa, posto por aqui. Ficamos aqui com a cobertura do Oscar - que teve direito até a live blogging e live tweeting! - e voltamos às semanas de moda já já!
Nesse meio tempo, digam o que acharam dos vestidos... quem foram seus top 3?
Marisa Tomei: Nenhum site sabia de onde essa essa *monstruosidade* que a Marisa Tomei veste. Também né, se eu fosse o designer me esonderia mesmo! O vestido tá completamente alto e disforme no busto (reparem como o corte deveria ser mais embaixo!), está super apertado no quadril e é terrivelmente horrendo em todos os ângulos! Nem o brinco maravilhoso e o cabelo midi salvaram.
Reese Witherspoon, de Armani Privé: Reese chegou para o sr. Armani e falou "quero ir que nem a Julia Roberts quando ela ganhou o Oscar!". Como não dava pra ser *idêntico*, sr. Armani fez um vestido assim pra Reese. Tá lindo mas, né? Já vimos.
Busy Phillips: a acompanhante de Michelle Williams (e amiga desde os tempos de Dawson's Creek!) escolheu um vestido à lá madrinha de casamento pra deixar a noiva brilhar. Preto e com um corte pra lá de estranho...
Penélope Cruz, de L'Wren Scott: Esse é o exemplo clássico de um grande problema que mulheres latinas sofrem, o famoso *go up a size*. O vestido de Pez (como ela é carinhosamente chamada aqui na Espanha) já tem esse brilho bem "your sex is on fire"... e apertado do jeito que estava, ficou mais para tapete vermelho da Atlântica que de Hollywood. Desconto porque ela acabou de ter gêmeos... e mais um motivo para escolher o tamanho maior!
Amy Adams, de L'Wren Scott: uma mostra de como o problema, muitas vezes, não é com o designer, e sim com quem escolhe. Taí Amy Adams, lindíssimaaaaaaaaa, com um vestido também de L'Wren Scott. Amei o colar por cima do vestido, deu um tchans super diferente, adorei o briho, cabelo, maquiagem, tudo! Com certeza uma das top da noite.
Camila Alves, de Kaufman Franco: A brasileiríssima Camila arrasou nesse vestido, um suuuper decotão pra ninguém botar defeito (e mega tendência de inverno 2011-12) e uma saia mais que princesal. Esse é um senhor vestido de festa! Uma das melhores da noite, definitivamente.
Helen Mirren, de Vivienne Westwood: E quem diria que Vivienne pudesse fazer vestidos tão comportados? Amei. Helen Mirren nunca erra. É im-pres-sio-nan-te.
Helena Bonham Carter, de Coleen Atwood: Gente, ela é café-com-leite, então nem vou falar nada... Mas me surpreendeu que foi toda de preto. Achei que ia ser pior.
Jennifer Hudson, de Versace: Hudson não para de emagrecer e tá tirando proveito mostrando seu corpo novo em forma. O vestido é bem anos 80 e eu não curti nem um pouco, mas ela é linda e eu deixo passar.
Mila Kunis, de Elie Saab: outra que estará no top 3 de todo mundo... Seu vestido era impecável e, apesar d'eu não gostar de lavanda como cor - acho uma cor difícil de ser usada com acerto - Mila deu um show. Ganhando de milhões a zero em Portman, a chatinha.
Natalie Portman, de Rodarte: Bom... tá melhor que o saco de batata dos Golden Globes. E ela sempre parece que nunca quer estar nesses eventos, o que me incomoda um pouco.
Rhea Durham, mulher de Mark Whalberg, de Naeem Khan: curti DEMAIS o vestido de Rhea. Impressionante como as acompanhantes estão deixando de lado seus pudores e se jogando nos vestidos de alta costura para ir em concorrência direta com as estrelas da noite. Colocaria Rhea no meu top 5 fácil...
Sandra Bullock, de Vera Wang: tenho que admitir que Sandra está linda e perfeita nessa roupa. Seu vestido estruturado é super bonito, o cabelo e a maquiagem estão favorecendo e o minimalismo tá no meu coração. Só não está entre as mais bem vestidas porque a concorrência foi forte essa noite.
Scarlett Johansson, de Dolce & Gabbana: eu queria TANTO que alguém dissesse pra Scarlett que ela é linda mas não pode usar "qualquer coisa"! Esse vestido tá HORRENDO, na TV parecia transparente (e que dava pra ver sua calcinha) e essa renda por cima de renda num ioiô tá engordando. Curti não.
Bom, minha gente, é isso! Anne Hathaway trocou de vestido inúmeras vezes, cada um mais lindo que o outro; Florence também e Gwyneth idem - ambas para cantar ao vivo. Essas fotos devem estar circulando mais tarde pela internet e, se achar alguma boa, posto por aqui. Ficamos aqui com a cobertura do Oscar - que teve direito até a live blogging e live tweeting! - e voltamos às semanas de moda já já!
Nesse meio tempo, digam o que acharam dos vestidos... quem foram seus top 3?
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