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Wednesday, February 9, 2011

Semanas de moda, conceitos de beleza e o Brasil

Aproveito que amanhã começam os desfiles da New York Fashion Week, abrindo a temporada de outono/inverno 2011/12, para escrever sobre um assunto que gosto muito: desfiles. Quando fui cobrir o Fashion Rio para o Fashion Trendsetter me peguei pensando sobre o conceito de um desfile. O que faz tanta gente se deslocar de suas casas para brigar por uma entrada em uma semana de moda, o que está por trás da "exibição" das passarelas? Claro, o mundo da moda está em voga; todos querem ser designers, todos querem "fazer parte do mundinho". Com isso mais e mais pessoas tentam desesperadamente conseguir entrar nos salões e estar o mais próximo da primeira fila o possível.

Mas meu foco não é esse. Aliás, longe de criticar as pessoas por se interessarem mais por moda... muito pelo contrário, gostaria muito que os brasileiros e brasileiras fossem mais exigentes com o que vestem (mais trabalho pra mim!). O que ficou na minha cabeça não foi isso, e sim: o que uma marca quer transmitir quando faz um desfile?




Essa pergunta veio à minha cabeça logo depois da apresentação da TNG. Com direito à aparições de Mayana Maia e Reinaldo Gianechinni, além de mais de uma hora de atraso para ser passado ao vivo no GNT, o desfile mais concorrido do dia (e quiçá do Fashion Rio) foi monótono, previsível, sem destaque algum. E pior: mostrando roupas que poderiam estar em qualquer loja, em qualquer canto do planeta. Algumas pessoas vão me dizer "mas esse não é o intuito de uma coleção; de ter roupas usáveis, vendáveis?". Eu tenho certeza que o intuito de uma coleção é ter peças usáveis e vendáveis. Porém, acredito que um desfile não seja um espaço para mostrar somente peças que estarão nas lojas.


Mayana Maia e Reinaldo Gianechinni no desfile da TNG


Um evento como este normalmente custa muito caro. São cachês de modelos, maquiadores e cabelereiros somados à contratação de empresas de relações públicas, assessoria de imprensa, DJs,  transporte de material e aluguel do espaço a ser utilizado. E isso porque aqui no Brasil não há o costume de se "enfeitar" a passarela ou de contratar músicos para cantar/tocar ao vivo, presentinhos deixados em todos os assentos, press releases com qualidade superior feitos em gráficas caras, convites mirabolantes, lookbooks ou icebergs na passarela (oi Tio Karl!). É uma estrutura gigantesca e com cifras de igual tamanho para míseros 10-15 minutos de show. E olha que teve muita marca no Fashion Rio que apresentou coleções em 6, 7 minutos. Ou seja: são os minutos mais caros da história - se bobear até os minutos do Bill Gates são mais baratos... - e , por isso mesmo, eles devem fazer valer as centenas de milhares de reais/dólares/libras/euros gastos mostrando o que aquela marca representa de verdade.


 uma parte da estrutura por detrás daqueles míseros 10 minutos...


Já se foi o tempo em que desfiles eram apenas uma forma de mostrar aos compradores como aquelas peças "funcionam" em movimento. Hoje em dia as semanas de moda masculinas, femininas, couture, noivas ou até mesmo infantis não existem somente para mostrar o que se pode encontrar numa loja - ou num ateliê, no caso dos desfiles de couture. Elas estão ali para mostrar "a cara" de uma determinada marca ou a percepção de um designer sobre o "humor" da estação (a famosa -tendência-). Semanas de moda e desfiles hoje nos apresentam diversos conceitos de estética, de beleza.

Quando falo sobre beleza, não me refiro ao corpo das modelos, ou os cabelos e maquiagens apresentados. É evidente que estas partes foram levadas em conta, mas vê-se que elas fazem parte de um produto completo, uma visão que aquela marca "prevê" para o futuro. Poderia ser cética e cínica, e afirmar que são as fabricantes de fios que "empurram" para seu compradores cores e tecidos para a próxima estação. Ou que as empresas de análise de tendência "falam" suas opiniões para o mundo e todos "compram" essas idéias. Porque isso acontece sim, e muito. Mas claramente se vê que existe uma margem para liberdade, inspiração, percepção, intuição.

"Peraí... Determinadas peças/cores/tecidos aparecem em diversas passarelas diferentes, em cidades diferentes, desenhadas por estilistas diferentes e concebidas por diversas marcas diferentes e você, Ana Carolina, me vem com essa de intuição"? 

E pra vocês que ponderam isso, eu cito a célebre cena do filme "O diabo veste Prada" (eu queria postar o vídeo mas, infelizmente, não o achei na web):

"This... stuff? Oh... okay. I see... you think this has nothing to do with you. You go to your closet and you select out — oh, I don't know — that lumpy blue sweater, for instance, because you're trying to tell the world that 'you take yourself too seriously to care about what you put on your back'. But what you don't know is that this sweater is not just blue, it's not turquoise, it's not lapis, it's actually CERULEAN. You're also blithely unaware of the fact that in 2002 Oscar de la Renta did a collection of cerulean gowns. And then I think it was Yves St. Laurent, wasn't it, who showed cerulean military jackets? (I think we need a jacket here). And then cerulean quickly showed up in the collections of eight different designers. Then it filtered down through the department stores and then trickled on down into some tragic Casual Corner where you, no doubt, fished it out of some clearance bin. However, that blue represents millions of dollars and countless jobs and it's sort of comical how you think that you've made a choice that exempts you from the fashion industry when, in fact, you're wearing a sweater that was selected for you by the people in this room. From a pile of stuff".

Como Miranda Priestly disse, a importância de um efeito cascata dentro da indústria existe sim - e ele é muito mais poderoso que a maioria das pessoas (e a pobre Andy) imagina. Afinal, moda é um negócio como qualquer outro, e depende de previsibilidade e retornos. Um segmento que movimenta bilhões, gera milhões de empregos ao redor do mundo e cada vez mais se torna uma indústria de peso não pode se movimentar como o sopro de um vento, ao Deus dará. Por isso desfiles tem sim que apresentar peças que são "usáveis e vendáveis". Designers devem ouvir consultorias de tendência, que por sua vez devem ouvir as fábricas de fios e tecidos.

Mas eles também tem que representar a magia, a ilusão, o inatingível e o inalcançável. Assim como Hollywood produz um escapismo da vida real com suas celebridades perfeitas e filmes sobre amores inesquecíveis, ou quadros impressionistas nos levam a paisagens pitorescas e multicoloridas que parecem mais vindas de um sonho, as semanas de moda nos apresentam uma percepção de como poderíamos ser. Da mesma forma que músicas mexem com o nosso humor, ou grandes esculturas e peças arquitetônicas nos mostram como podemos ser ousados, inovadores e criativos, a moda mexe com algo dentro de cada um de nós, fazendo com que busquemos esse "novo eu".


 a grandiosidade de um desfile Chanel - transmite ou não emoções?


Há duas semanas atrás um episódio de Gossip Girl mostra Blair falando para Dan uma pérola de sabedoria:
"Fashion is the most powerful art there is. It’s movement, design and architecture all in one. It shows the world who we are and who we’d like to be. Just like your scarf shows the world you’d like to be a used car salesman".

Não é tão impactante quanto o discurso do filme mas faz a contraposição perfeita. Desfiles servem para mostrar a engenhosidade de seus designers, a estética das marcas. Focam na transmissão de um sentimento, uma estória. Provocam emoções fortes, mexem com nossas ambições e percepções. Simplesmente mostram ao mundo uma nova visão de como ele poderia ser. E, enquanto os desfiles de couture devem ser vistos tal qual um Van Gogh preso em um museu, os desfiles de prêt-à-porter são o veículo de comunicação que mostram diversas versões de um "novo eu".

Consciente ou inconscientemente, pessoas compram roupas que determinam como elas querem ser percebidas pela sociedade. O ser humano depende muito de seus sentidos e, por mais que queiramos ser racionais nas nossas decisões, ainda somos dirigidos por emoções. A busca do belo, muito mais evidenciada pela indústria estética, é algo que atormenta homens e mulheres. Todos temos um ideal de beleza; alguns passam toda a vida o perseguindo enquanto outros se deprimem por saber que essa é uma busca infinda. Mas todos nós podemos nos enfeitar, e a indústria da moda está presente para isso. A beleza evidenciada em um belo vestido ou um terno com corte perfeito escreve nas entrelinhas que a pessoa que o veste é mais bela, seja por "osmose" ou porque a peça realmente lhe favorece.


Galliano fazendo a sua parte para a propagação do belo no mundo


Num momento onde o Brasil começa a olhar mais seriamente para o segmento da moda, é importante ter em mente a direção que a indústria nacional deve tomar. Nosso país ainda não tem estrutura para sustentar desfiles de couture porque, convenhamos, não conseguimos sustentar nem mesmo nossos museus. Ainda é um longo caminho a se trilhar, mas só de termos a população parando para prestar atenção na moda nacional já é um grande passo.

Porém já temos dinheiro, expertise e atenção suficiente (tanto nacional quanto internacional) para mostrarmos semanas de moda de prêt-à-porter com nível internacional. A plataforma já está montada, o que falta é ter uma gama de designers e marcas que saibam aproveitar corretamente este veículo. E utilizar o tempo precioso destes desfiles para a apresentação de coleções baseadas puramente na "comerciabilidade" não é só gastar dinheiro à toa, é perder a atenção de um público que busca avidamente - e cada vez mais - o belo.


Fashion Rio: estrutura já existe...


Não me entendam mal: muitos já perceberam isso e apresentam nas passarelas coleções de altíssimo nível, que poderiam estar em Londres, Paris ou Milão. Mas, no caso de outras, ainda falta muito "feijão com arroz" para chegar ao nível que a indústria da moda brasileira precisa e merece.

Saturday, January 15, 2011

Fashion Rio: entrevistas com Bryanboy e Jason Campbell

Mais uma palhinha do que está por vir sobre o Fashion Rio pra vocês!

Fiz pequenas entrevistas com Bryanboy (o blogueiro mais que famoso...) e Jason Campbell (pra quem não conhece - e sei que tem muita gente no Brasil que ainda não o conhece - ele faz um dos melhores sites de tendências de moda, chamado JC Report). Foram nos primeiros dias do evento, não havia muita pergunta a se fazer. A intenção era mesmo deixar minha carinha estampada lá para poder fazer uma entrevista melhor ao final da semana, já tendo me apresentado a eles. Ambos são uns amores, super simpáticos e amistosos, não tem o menor problema que você chegue perto, tire fotos com eles, pergunte, converse... ou seja, pessoas legais, coisa rara de se ver no meio da moda.


Bryanboy falando sobre o desfile da Alessa:



Peguei Bryanboy logo no início do Fashion Rio, mais precisamente ao final do primeiro desfile do evento, da Alessa. Ele diz no vídeo que adorou as estampas, que os macacões são a cara dele - e por isso mesmo foram as peças que mais chamaram a sua atenção - e disse que o Rio estava queeeeeente (e gente, tava uma fornalha mesmo!). Um fofo que eu adoraria ter como amigo.


Jason Campbell falando sobre o Fashion Rio e tendências para o inverno:



Infelizmente eu peguei o Jason dentro do galpão de desfiles, por isso a iluminação do vídeo está péssima! O que acontece é que as luzes antes dos desfiles ficam bem fracas, meio "mood lighting", criando um clima "já já vai começar". Por isso peço mil desculpas! Mas o mais importante mesmo é o que ele tem a dizer, então seguimos em frente e esquecemos este pequeno detalhe, né?

Jason disse que vem já ao Fashion Rio a oito, nove anos, um verdadeiro veterano! Ele prefere as coleções de verão - e eu também! - mas que ele A-M-AAAAA de paixão a Printing, pra ele uma marca que tem capacidade de ser mundialmente famosa. Também gosta da Coven e que estava esperando ver o Lucas Nascimento. Disse que algumas pessoas (imaginem que pessoas...) falaram para ele que Lucas era uma das "promessas" do Brasil e, por isso, ele estava ansioso para ver o desfile. E quanto à tendências, Jason deu um recado para os brasileiros e brasileiras depois de ver os dois primeiros dias de desfile: o inverno 2011 promete muito brilho! Brilho este que vem dos fios, das paillettes, do dourado, dos tecidos... E também muita camisaria, desde a mais tradicional até as desconstruídas, criando novos formatos de peças.

Hoje parto para casa, onde trabalharei sem fim até ter tudo que juntei do Fashion Rio aqui pra vocês! Já vou trabalhando no avião, até... E, pra não dizer que não deixei aqui o recado: vocês vem acompanhando a cobertura pelo Twitter e pelo Fashion Trendsetter? Espero que sim porque, humildade à parte, acho que tá ficando bom... :)

Sunday, January 9, 2011

amanhã começa a maratona!


Pois é, já comecei o domingo trabalhando. Preparação não somente psicológica mas também textos a escrever pro Fashion Trendsetter. Assim que eles estiverem no ar colocarei os links por aqui. Mas só pra dizer que quem acha que trabalhar em Fashion Weeks é a *melhor coisa do mundo über ever linda*, respondo que provavelmente dormirei uma média de 3-4 horas por dia durante uma semana. Se eu dormir. E que terminará com uma Ana Carolina estafada e completamente apagada num vôo Rio-Madrid no dia 15. Fazer o que... means to an end, é isso que esperamos.




Mas a verdade é que, só pra deixar as coisas mais fáceis, Heloísa Simão e a InBrands podiam fazer as pazes, criar um evento único e fazer com que a minha vida - e a de todos os jornalistas, compradores, fashionistas, papagaios de pirata e amigos em geral - fique mais fácil, né? Porque o Rio não tem capacidade pra ter dois eventos de moda ao mesmo tempo!

P.S.: Eu sei, eu sei... deve ter muita gente que não deve ter entendido nada desse post. Mas é o sono, e eu prometo que amanhã explico melhor.

Saturday, March 27, 2010

newsroll! 27/03/2010

Quase uma semana sem escrever, muitas notícias que passaram. Por isso, mais um newsroll pra vocês.

- "Yves and his partner, Pierre Bergé, were so difficult and so evil and made my life such misery. It was an awful time for me. Pierre and Yves were just evil". Palavras super duras, vindas de Tom Ford, e que aparecem no livro Saint Laurent, mauvais garçon, escrito pela jornalista Marie-Dominique Lelièvre. O livro tenta desmistificar a aura de gênio de Yves Saint Laurent e colocá-lo simplesmente como um designer viciado em drogas e com muitos segredos. O NY Times faz uma super matéria a respeito do livro e a repercussão de seu lançamento, feito ao mesmo momento em que a exibição Yves acontecia no Petit Palais em Paris;

- Muitos devem conhecer Andre Leon Talley por causa do filme The Spetember Issue, documentário sobre a Vogue US. Mas pra quem é fashionista mesmo, sabe que Talley é editor-at-large da Vogue US há anos - e a surpresa de vê-lo somente como colaborador nesta edição foi grande. Bryan Boy nos explica o por quê

- é fã incomensurável de tartan e xadrez em geral? Então recomendamos a Dress to Kilt, festa anual comandada por ninguém menos que o ator Sean Connery. Com passaporte escocês, Connery faz a festa em benefício da organização de caridade Friends of Scotland, que ajuda veteranos de guerra nas Ilhas Britânicas e nos Estados Unidos. A festa tem também um desfile de moda que estrela - claro que sempre - o xadrez. Esse ano o tema é "Mad for Scotland"

- a LVMH Moët Henessy não pára de perseguir seus direitos contra a Google. A gigante ganhou seu caso dia 23 de março na European Courts of Justice e, a partir de agora, a Google não poderá utilizar um trademark sem que a dona desta marca autorize. Esse é mais um passo da LVMH para fechar o cerco contra os produtores de produtos falsos. Ela já conseguiu que o Ebay proíba a venda de produtos da Louis Vuitton e agora consegue que uma das fontes principais de busca na internet pare de anunciar - através do Google Ad Words - produtores de produtos falsos;


acabou a farra...


- isso eu acho muito estranho, mas como tenho marido pesquisador e também sou chegada num estudo com evidência empírica, não posso falar mal. Professores da Carey School of Business, Erasmus University e University of Cologne descobriram que a relação entre baixa auto-estima de mulheres acima do peso não diminui se os anúncios de produtos de beleza e moda forem feitos com modelos acima do peso. Tenho que ver qual é a medida de auto-estima que eles utilizaram pra ver se isso não é só um daqueles papers de headline de jornal. Na verdade, ler o paper inteiro deve ser bem interessante - podem deixar que depois volto ao assunto!

- vocês sabiam que a Dior tem um museum? Nem eu. Mas o Musée Dior, que fica na casa onde Christian Dior cresceu em Granville, tem exibições constantes sobre a vida do criador da maison, assim como exibições temporárias. A mais recente é "Le gran bal Dior", que mostra os vestidos de festa mais importantes da marca. A idéia da exibição é mostrar como as soirées e festas do início do século XX impulsionaram Christian Dior a fazer seus exuberantes vestidos. Quero ir a Granville a-go-ra!;

- as datas da São Paulo Fashion Week e do Fashion Rio estão definidas para a temporada primavera/verão 2010/11. O Fashion Rio acontece no Pier Mauá de 27 de maio a 01 de junho enquanto a São Paulo Fashion Week acontece do dia 08 a 14 de junho no Pavilhão da Bienal;

- inspiração da semana: as ilustrações dedicadas à moda de Carine Brancowitz. Quem dera que eu pudesse desenhar assim... ai ai...;


sonho de desenho


- Depois que soubemos que a W magazine sairia das mãos da WWD e iria para a Conde Nast, a primeira pergunta que veio à mente foi "quem estará no comando da nova W? E nesta semana tudo tornou-se oficial. Stefano Tonchi, editor-chefe e fundador da T: Style magazine do New York Times emitiu um comunicado dizendo que está em fase de negociação com representantes da revista.

- say hooray for sale! A Suprema Corte norte-americana voltou atrás na decisão sobre preços sugeridos. Pelo período de três anos (de 2007 a 2010), os donos de marcas poderiam dizer às lojas revendedoras que preços elas deveriam revender seus produtos (mais importante que isso, dizer até quanto eles poderiam diminuir os preços). Com isso, as lojas poderão voltar a ter seus "massive sales" em produtos de luxo;

- celebridades são gente como você. Inspiração da semana de hoje para NUNCA se sentir mal consigo mesma: Mischa Barton tem celulite e tira meleca do nariz (cortesia de nossa amiga Jessie, que nos indicou o link). Mas nem tudo é piada: a roupa dela tá SHOW. A foto tem seu lado ruim (para Mischa, eu até fico mais consolada com as celulites), mas recomendo copiar o outfit, adorei o combo Ray-Bans + t-shirt + saia florida + relógio masculino + salndália gladiadora;




- as cinzas de Alexander McQueen serão espalhadas pela Ilha de Skye, no norte da Escócia. Essa era uma decisão que o designer havia tomado há tempos atrás e que seus irmãos e pai pretendem honrar. McQueen era super conhecido por dizer que a Escócia era onde ele se sentia em casa;

- aparentemente o mundo dos estudos está se relacionando melhor com o da moda (ana carolina e pedro alberto sempre temdemsia!). Natalia Vodianova, Michael Kors e Anna Wintour foram até a Harvard Business School falar no Harvard Forum sobre doenças relacionadas ao peso. Lá, Kors anunciou que não usará mais modelos abaixo da idade de 16 anos. Também né, Michael, desde quando seu público alvo tem menos de 16? Nada mais coerente...;

- Jesus Luz e Cintia Dicker estrelam a campanha da Ellus de outono/inverno 2010, com fotos de Jacques Dequeker. O interessante é que a campanha foi feita em 3D. Será que a Ellus vai distribuir óculos para seus clientes?

Jesus saltando aos seus olhos!